Meio Ambiente - complemento de artigo "Problemas Ambientais Urbanos"

02/11/2011 16:26

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

  • Meio ambiente: conjunto de fatores físicos, químicos e biológicos que integra o ambiente natural e humanizado. 
  • Ecologia: ramo da ciência que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente. Caracteriza-se por um aspecto mais social e político.
  • Poluição: qualquer forma de desequilíbrio dos aspectos ambientais normais, ou do meio social. Essas alterações, quando acarretam mudanças no meio social, determinando perda da qualidade de vida são consideradas formas de poluição.
  • Desenvolvimento sustentável: termo que se refere ao desenvolvimento econômico e social que possa atender às necessidades do presente, mas que não coloquem em perigo as capacidades das futuras gerações de também virem atender às suas próprias necessidades.
  • Biodiversidade: variedade de espécies em uma dada região. Também conhecido como diversidade biológica.
  • Princípio poluidor-pagador: transferência aos poluidores dos custos da prevenção, da luta contra a poluição, incentivando, com isso, as pesquisas sobre meio, e produtos e tecnologia que possam auxiliar na redução dos níveis de poluição. Determina-se bem a ideia do princípio da utilização racional dos recursos ambientais.

POLÍTICA AMBIENTAL

Um dos problemas mais importantes a ser verificado é a influência negativa gerada pela utilização em massa dos recursos naturais, principalmente pelos países desenvolvidos, destacando-se os Estados Unidos. Os países desenvolvidos utilizam cerca de 70% dos recursos energéticos (combustíveis), e são responsáveis por cerca de 80% da poluição mundial.

Principais organizações ecológicas: essas organizações são conhecidas como ONGs, que significa “Organizações Não Governamentais”, são entidades sem fins lucrativos que buscam pressionar governos e grupos econômicos para a resolução de questões ambientais, surgiram na década de 1960. As principais ONGs são: Word Wildlife Fund (WWF): Fundo Mundial para a Natureza - presente em cerca de 27 países e Greenpeace Internacional: organiza protestos pacíficos no mundo inteiro.

I Conferência Mundial Sobre Meio Ambiente: O primeiro grande passo para a discussão da questão ambiental no critério global foi a Conferência, de Estocolmo (Suécia), em 1972. Nessa conferência a posição do Brasil foi de neutralidade.

RIO-92: Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Agenda 21 (disparidades existentes entre nações ricas e pobres, busca a melhoria global da qualidade de vida, constituída de 40 capítulos). É caracterizada como o manual do desenvolvimento sustentável.

Carta da Terra: documento que determinava que a exploração desenfreada, ocasionada principalmente pelos países desenvolvidos mais industrializados, estava causando fortes desequilíbrios no meio ambiente. Como esses países são os que mais poluem precisam ser os mais atuantes no combate à poluição, auxiliando programas voltados ao desenvolvimento sustentável e pesquisas científicas para tecnologias menos poluentes e mais eficazes.

Conferência da Biodiversidade: preservação ambiental e equilíbrio dos lucros obtidos com os aspectos genéticos (Royalties).

Declaração dos Princípios da Floresta: principal ponto de discussão foi a questão da madeira. A utilização foi defendida pelo Brasil, para que se tenha uma política ampla e eficaz de fiscalização da utilização, que hoje é desenfreada.

Convenção do Clima: principal fator de discussão, pois determinava uma diminuição da exploração dos recursos naturais, com isso proporcionando uma diminuição da produção. Esse aspecto foi duramente criticado pelos Estados Unidos.

Fórum Global: reunião organizada por membros das ONG’s, buscando promover saídas viáveis sobre os temas discutidos nas reuniões.

Embora não tenha atingido todos os objetivos, foi um grande passo para a questão ambiental, no sentido da promoção da discussão em âmbito global, destacando o debate direto entre países ricos, desenvolvidos e altamente poluidores, com os países subdesenvolvidos, que, muitas vezes explorados, tendem a promover desequilíbrios ambientais.

FATORES RECENTES

Nas últimas décadas, o critério de pensamento sobre meio ambiente no que se refere à utilização, manutenção, conservação e sustentabilidade deu margem à discussão entre os países produtores de poluição, que antes se supriam dos recursos naturais sem uma preocupação maior com as consequências que isso acarretaria ao meio ambiente. Um dos marcos iniciais desse novo período foi o movimento ecológico, determinado pela ecologia ambiental e social.

Essa visão protecionista anteriormente não presente (sociedade econômica, poluidora e instável) passou a gerar preocupação, pelo fato de se conhecer que o ambiente é estável, quando não agredido.

A sociedade contemporânea tem o pilar principal apoiado no fator econômico (produção e consumo), com isso há um conflito muito grande devido ao jogo do mercado (procura e oferta), que acaba acarretando o consumo exagerado de produtos e serviços, que necessitam cada vez mais de recursos (grande parte naturais) e acabam determinando um desequilíbrio ambiental.

Nas últimas décadas, libertando-se do conceito errôneo de que os recursos naturais são bens de atividade inesgotável, e partindo do pressuposto de meio ambiente global, os países (principalmente os desenvolvidos) passaram a ter maior preocupação com a inesgotabilidade dos recursos (renováveis e não renováveis) e a mobilidade dos poluentes.

No mês de setembro de 2002, ocorreu a Rio + 10 – Reunião Mundial Sobre Desenvolvimento Sustentável.

Essa reunião, organizada por governos, agências da ONU e ONG’s (organizações não governamentais) ocorreu em Johannesburgo (África do Sul). Entre as principais questões que foram debatidas nessa conferência mundial estão:

  • Os países em geral têm se esforçado para cumprir a agenda 21?
  • Foram ratificadas as convenções criadas em 1992?
  • O que é preciso para conseguir alcançar os objetivos traçados?
  • Quais são as novas prioridades e assuntos a serem tratados?
  • Para que área os esforços deverão ser direcionados?

Os resultados obtidos nessa conferência foram aquém do esperado, esse fato se deu principalmente pela continuidade da política do consumismo exagerado em detrimento do meio ambiente. Foi constatado também que reuniões de grande porte como essa não são a melhor forma de desenvolvimento de políticas ambientais.

PRINCIPAIS PROBLEMAS AMBIENTAIS 

POLUIÇÃO DO SOLO: Os principais agentes de poluição do solo são os resíduos sólidos das indústrias e residências. Elementos muito comuns como plásticos, vidros e papel, em grande concentração determinam sérios problemas ambientais. A demora na decomposição de alguns resíduos sólidos determina uma preocupação intensa dos governos, que veem seus depósitos de lixo crescerem e se acumularem. Uma das saídas utilizadas é a incineração e a formação de grandes aterros, contudo essas medidas apenas possibilitam novas formas de poluição.

Em vários países, principalmente nos subdesenvolvidos, o lixo ainda se concentra a céu aberto, em contato direto com o solo, determinando muitas vezes o alto nível de concentração de elementos químicos nocivos à vida. A diminuição de áreas agricultáveis é um problema auxiliado também pela poluição do solo. Nesse caso, entram fertilizantes, adubos químicos e pesticidas.

  • Revolução Verde: plano utilizado para se obter maior produtividade, baseado em técnicas modernas de produção e materiais químicos (inseticidas, pesticidas, etc.), para aumentar a produção (quantidade, tamanho e durabilidade do produto). Entretanto essa forma de produção acarreta prejuízo ao solo (uso intensivo) e problemas socioeconômicos (concentração de terras). As melhores formas de amenizar o alto grau de concentração de resíduos sólidos é a reciclagem dos produtos e o uso de materiais biodegradáveis e não descartáveis.

POLUIÇÃO DA ÁGUA: A poluição gerada pelo crescimento exagerado da população e o aumento intensivo da utilização de fontes de água, associada à poluição, tornou-se segundo pesquisas da revista Science um dos principais problemas ambientais do novo milênio. Os principais poluentes dos rios, lagos e área costeira são os resíduos domésticos, acompanhados de resíduos industriais, os quais são bastante perigosos, como fertilizantes, pesticidas - o mais famoso deles, o inseticida DDT. Essa poluição gerada pela indústria é responsável por um grande aumento na incidência de doenças. O ramo industrial que é o principal vilão é o setor químico.

O meio de vida considerado o mais ameaçado é o ecossistema de água doce, que ocupa pouco menos que 1% da superfície terrestre. Esse meio sofre com fatores típicos da poluição ambiental, aliado a fatores modernos, como a construção de diques e barragens, que determinam uma mudança brusca no equilíbrio local, muitas vezes transformando tanto o meio ambiente, que ele acaba sendo destruído.

Na poluição das águas, há destaque também para a poluição dos mares. Esse aspecto está intimamente relacionado a derrames de produtos concentrados, principalmente petróleo, por grandes cargueiros e petroleiros. Os países hoje buscam inserir na legislação, leis e penas severas para os países ou grupos econômicos ligados a acidentes globais, infelizmente muito comuns nos dias atuais.

Outros Problemas

  • Desastre na Baía de Minamata (Japão) — contaminação de mercúrio que acarretou o envenenamento da população, o governo japonês proibiu o consumo de peixe no Japão.
  • Maré Vermelha — aumento da produção de algas cianofíceas, devido ao acúmulo de resíduos orgânicos. Essas algas liberam substâncias tóxicas que causam riscos de sobrevivência a vida aquática.
  • Eutrofização — aumento da produção de algas em rios e lagos.

BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO: As pesquisas determinam que esse fator se dá devido à emissão de um elemento químico conhecido como CFC (clorofluorcarbono), muito presente em geladeiras, refrigeradores e aparelhos de ar. O buraco na camada de ozônio se concentra na região da Antártica. O buraco na camada de ozônio é um fator gravíssimo, que fez com que 24 países desenvolvidos assinassem um tratado de erradicação gradual do clorofluorcarbono (CFC) do mundo. Esse tratado é conhecido como Protocolo de Montreal, realizado no Canadá em 1987.

A camada de ozônio localiza-se na estratosfera, área que varia de 20 a 45 Km e atinge cerca de 15 Km de diâmetro. Essa camada possibilita a vida na terra, ela impede a passagem de parte da radiação ultravioleta (nociva aos seres vivos), e possibilita a fotossíntese, dentre outros aspectos. Os governos dos países desenvolvidos estão buscando novas tecnologias para que ocorra a substituição do CFC. Com isso diminui também a dimensão do buraco da camada de ozônio, a longo prazo. Essa atitude vai buscar diminuir a incidência de câncer de pele e outras doenças ocasionadas pela emissão direta de raios ultravioletas. Hoje, a camada de ozônio também é afetada pelos efeitos da utilização de brometo de metila, um inseticida que possui as mesmas características que o CFC. Esse inseticida é muito utilizado nas plantações de morango e tomate.

Consequências

  • O buraco na camada de ozônio pode aumentar a incidência de câncer de pele, devido ao aumento da radiação.
  • O buraco na camada de ozônio pode gerar distúrbios nas plantas, pelo alto grau de radiação.

CHUVA ÁCIDA: Devido à intensa queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão), utilizada pelos vários setores econômicos, sobretudo industrial, a concentração de resíduos na atmosfera tornou-se muito intensa. A partir da emissão de CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico), NO2 (óxido nitroso) e SO2 (óxido de enxofre), formam-se elementos altamente ácidos, como H2SO4 (ácido sulfúrico) e HNO3 (ácido nitroso), os quais por meio de chuvas, alteram a composição das águas e do solo. Esses gases a médio e longo prazo poluem os rios e causam destruição de florestas (destroem as folhas), exemplo típico é a floreta negra, no Reino Unido. Outro aspecto negativo é a destruição de monumentos públicos.

A chuva ácida não atinge apenas a região de concentração industrial, muitas vezes, pelo movimento das massas de ar, ela atinge regiões distantes do foco de origem. Na Europa, é comum a ajuda econômica a países altamente poluidores (Exemplo: Suíça ajudando a Polônia).

No Brasil, existe um caso típico de degradação ambiental ocasionada pela chuva ácida. A Mata Atlântica está sofrendo perdas substanciais de área devido a agravamento do fenômeno, esse fenômeno foi ocasionado pela grande concentração industrial de Cubatão (SP), principalmente nas décadas de 80. Como é um fator acumulativo, atualmente se verifica o grande mal causado pela má organização industrial nessa região.

DESERTIFICAÇÃO: A palavra “deserto” derivou da raiz latina desertus, que significa “solitário”. Durante a História, várias ciências determinaram diferentes conceitos para esse fator natural que está sendo acelerado pela ação antrópica. A desertificação é um problema grave que está sendo enfrentado por uma grande quantidade de países, sobretudo os países subdesenvolvidos. Nesses países, o problema se torna mais grave, pelo aspecto claro de que esse grupo não apresenta recursos para a manutenção e melhoria das condições do solo, utilizando o solo de forma intensa e sem nenhum cuidado com sua manutenção. Assim, possibilitam o aumento das áreas de deserto. Segundo dados da ONU, a África e a Ásia Meridional são as regiões onde houve um aumento substancial das áreas de deserto. Hoje se calcula que cerca de 1/3 das áreas agricultáveis em todo o mundo esteja passando por processos acelerados de desertificação.

No Brasil, ocorre intensamente em algumas áreas, tornando-se um problema espacial local. No Sul do país, na região dos pampas gaúchos, ocorre atualmente forte desertificação. Essa característica é explicada pelo alto índice de desmatamento, e pela falta de utilização de técnicas produtivas mais eficientes e menos degradantes. Esses fatores, aliados à condição frágil do solo acaba acarretando um nível alto de desertificação.

No Nordeste, principalmente o agreste e o sertão, o nível de desertificação tem aumento muito nos últimos anos, principalmente pela falta de emprego de técnicas agrícolas de produção. Outra região propícia à desertificação é a Amazônia. O desmatamento, aliado à utilização para a agricultura e a pecuária, tem proporcionado o aumento das áreas de deserto, isso ocorre sobretudo, pela fragilidade do solo amazônico, que se caracteriza como um solo extremamente pobre.

Embora haja regiões com grande incidência de formação de deserto (como as colocadas anteriormente). No país, esse grave problema ocorre em praticamente todos os Estados, tendo como base o uso intensivo da terra.

Consequências

  • Diminuição das áreas produtivas.
  • Diminuição da produção mundial, principalmente nos países mais necessitados.
  • Custo alto e muito tempo para a recuperação de áreas degradadas.

DESMATAMENTO: O rápido aumento do fluxo econômico na sociedade determinou novas necessidades, que recaem na utilização cada vez maior de recursos naturais e novas áreas, ocasionando muitas vezes um crescimento exagerado e o desmatamento. Um dos principais fatores do desmatamento é a prática da agropecuária, que muitas vezes utiliza a queimada para “limpar o terreno”. Contudo existem outros ramos que ocasionam fortes desmatamentos como a ocupação urbana e a mineração.

Consequências

  • Diminuição da fauna e flora (extinção).
  • Auxilia na diminuição de áreas agricultáveis.

EFEITO ESTUFA: No que se refere a efeito estufa, existe o efeito naturalmente produzido pela natureza que não determina nenhum fator maléfico ao ecossistema, e existe o efeito estufa antrópico, que acarreta o aquecimento global pela retenção do calor emanado pelo planeta, sob a forma de raios infravermelhos impedindo de dissipar-se pelo espaço exterior. Com o excesso gerado, que ultrapassa as fontes naturais, a temperatura nos últimos anos tem aumentado vertiginosamente.

Os principais gases que determinam o efeito estufa são:

  • CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono), gerado pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás natural, carvão), pelo desmatamento e queimadas. Esse gás permanece na atmosfera por centenas de anos e compõe cerca de 50% do efeito estufa. O CO2 é um gás fundamental à manutenção da vida na terra (serve para manter a temperatura, sem ele a temperatura média do nosso planeta seria de -18ºC). Contudo o aumento progressivo de eliminação desse gás tem produzido aumentos excessivos de temperatura.
  • CH4 (gás metano) produzido por bactérias, aterros sanitários, mineração, queima de biomassa, possui uma vida útil de 7 a 10 anos. Contudo participa com cerca de 15 a 20% do efeito estufa.
  • CFC (clorofluorcarbono) gases que reagem com o ozônio, destroem o “escudo” que protege a terra dos raios ultravioleta e participam também do aquecimento global da terra (efeito estufa), são provenientes de aparelhos de ar condicionado, geladeiras, aerossóis, responsáveis por cerca de 20% do efeito estufa.
  • N2O (óxido nitroso), liberado por micróbios, aumentou drasticamente devido à utilização de fertilizantes químicos, queima e desmatamento, contribui com 6% do efeito estufa. A temperatura, desde o século XIX, aumentou cerca de 0,5%; parece um aumento insignificante, contudo quando se verifica que nos últimos 10 anos aumentou cerca de 1%, nota-se que o aumento da temperatura está sendo progressivo e bastante rápido. A cada ano registram-se recordes de pico de temperatura (Índia, 51ºC, ocasionou a morte de 3.000 pessoas).

Protocolo de Kyoto: pela necessidade rápida de mudanças nos níveis de produção, foi organizada uma reunião, na qual discutiu-se os passos futuros e a forma de utilização e exploração dos recursos naturais. Esse protocolo foi assinado em 1997 e previa a redução das taxas de emissão dos gases que contribuem para o efeito estufa (cerca de 5,2% em relação aos níveis de gases nocivos ao ambiente em 1990, essa redução tem que dar entre 2008 e 2012). Todavia, Estados Unidos, principal emissor de gases no mundo, não ratificou o tratado. Destacou como critério que esse protocolo ia contra os interesses de aumento de produção e alargamento do setor industrial americano.

Consequências

  • O derretimento das geleiras e o aumento do nível do mar ocasionarão o desaparecimento de várias ilhas e regiões de alguns países.
  • Mudanças climáticas: em algumas regiões ocorrerão chuvas intensas e alagamentos, em outras secas intensas e desertificação.
  • Se forem mantidas as tendências atuais, a temperatura media atual irá aumentar 3,5º C até 2050.

INVERSÃO TÉRMICA: Normalmente o ar mais quente está próximo ao chão devido ao aquecimento do solo. Por ser um ar mais quente, as moléculas estão mais separadas e por isso se tornam mais leves e tendem a subir. Com a formação de uma área de “vazio”, o ar mais frio localizado na parte superior tende a descer, formando um movimento de ar vertical, chamado de correntes de convecção. Nos dias de inversão térmica, a massa inferior está mais fria (devido ao menor aquecimento do solo) determinando a estagnação do movimento da massa de ar.

Características e consequências

  • Ocorre no inverno;
  • Bastante visível nos grandes centros urbanos e industriais;
  • Causa aumento de doenças pulmonares;
  • Diminui o campo visual;
  • Também conhecida com a denominação de smog (nevoeiro e fumaça).

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